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Cadeia de audit-hash: integridade verificável da trilha de decisões

Como o TriageShield encadeia eventos com SHA-256 para que qualquer adulteração da trilha de auditoria quebre a verificação — e o que isso exige da operação.

Uma trilha de auditoria só vale o que se consegue provar dela. Um log comum pode ser editado sem deixar rastro; a confiança nele é uma promessa. O TriageShield substitui a promessa por uma propriedade matemática.

Como o encadeamento funciona

Cada evento da trilha — uma triagem, uma aprovação humana, uma reclassificação — recebe um hash SHA-256 calculado sobre o seu conteúdo somado ao hash do evento anterior. O resultado é uma corrente: o elo de hoje depende do de ontem, que depende do de anteontem.

Adulterar qualquer evento muda o seu hash, e como o evento seguinte incorpora o hash do anterior, todos os elos posteriores deixam de bater. A verificação não precisa adivinhar o que mudou: basta recalcular a cadeia e encontrar o primeiro ponto em que ela se rompe.

O que a IA faz e o que ela não faz

Dentro dessa trilha, a IA explica e propõe — classifica risco, prioriza, sugere um encaminhamento. A decisão sensível é sempre de um humano, e a aprovação entra na cadeia como mais um elo verificável. A IA é governada: ela não fecha sozinha o que precisa de responsabilidade humana.

Premissas operacionais

Multi-tenant e isolamento de execução não são adicionais: a cadeia é mantida por tenant, sem mistura, e a execução de tarefas roda isolada para que um inquilino não contamine a evidência de outro. Integridade sem isolamento é integridade pela metade.