Casos · TriageShield
Prova técnica: uma adulteração na trilha que a cadeia de hash denunciou
Este caso parte de uma prova técnica controlada: demonstra o que acontece quando alguém tenta reescrever o passado numa trilha de auditoria do TriageShield.
O cenário reproduzível
Uma sequência de eventos foi gravada — três triagens, uma aprovação humana e uma reclassificação —, cada um encadeado por SHA-256 ao evento anterior. Em seguida, um evento intermediário foi editado deliberadamente para simular uma tentativa de encobrir uma decisão.
O que a verificação encontrou
Ao recalcular a cadeia, o hash do evento alterado mudou. Como o evento seguinte incorporava o hash original do que foi adulterado, ele deixou de bater — e a ruptura se propagou para todos os elos posteriores. A verificação apontou com precisão o primeiro ponto em que a corrente se rompeu.
Por que isso importa numa auditoria
Num log comum, a edição passaria despercebida. Aqui, a integridade não depende da boa-fé de quem guarda o registro: depende da estrutura. Provar que a trilha está íntegra é recalcular a cadeia; provar que foi mexida é encontrar onde ela quebra.
A evidência que fica
A aprovação humana permaneceu como um elo verificável, e a IA seguiu no seu papel de explicar e propor, nunca de decidir sozinha. O caso mostra que rigor auditável é uma propriedade do desenho — não um relatório montado depois.