Casos · TriageBug
Prova técnica: um bug recorrente fechado com sensor de regressão
Este caso vem de uma prova técnica, não de um cliente: demonstra o fluxo do TriageBug aplicado a um bug que “já tinha sido corrigido” antes — e voltava.
O cenário reproduzível
Um cálculo de fuso falhava em datas próximas à virada do dia, mas só em algumas execuções. A correção anterior tinha sido por palpite: alguém mexeu, o erro sumiu da tela e a caça foi declarada encerrada. Semanas depois, ele reapareceu com outra cara.
O que a triagem fez diferente
Em vez de repetir o palpite, a triagem primeiro tornou o bug determinístico: fixou a entrada e as condições de tempo até ele ocorrer de forma garantida. Com o caso reprodutível, a causa real foi isolada — uma conversão de fuso aplicada duas vezes — e a correção foi mínima e dirigida.
O passo que encerra a caça
Antes de fechar, foi criada uma verificação que reproduzia o bug original. Depois da correção, ela passou; e ela voltará a falhar se a conversão dupla retornar. É esse sensor de regressão que responde à pergunta “será que acabou?” sem depender de quem está de plantão.
A evidência que fica
A diferença entre as duas correções não foi a inteligência de quem mexeu — foi o método. Da segunda vez, o fim da caça é um resultado repetível, não um alívio passageiro.