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O DONE não é opinião: é um comando que retornou sucesso

· Equipe TriageCode

Todo time já viveu a cena: alguém diz “acho que terminei”, a story vira concluída e duas semanas depois o bug volta em produção. O problema não é a pessoa — é o árbitro. Quando o “pronto” é uma opinião, ele muda conforme o cansaço, a pressa e a confiança de quem fala.

O TriageCode parte de uma regra dura: nenhum agente, humano ou IA, declara uma story concluída por leitura de código. O “Done When” de cada story é uma lista de comandos executáveis. O QA roda esses comandos e só aprova se todos retornarem sucesso. A transição para concluído deixa de ser um julgamento e vira um exit code.

O que muda na prática

A IA acelera a escrita, mas acelera também o risco de fechar como pronto o que não está. Com sensores como árbitros, a velocidade da geração não atropela a qualidade: o ganho de tempo aparece onde sempre se perdeu — no retrabalho, na caça ao “quem mexeu aqui” e na reunião para decidir se está bom o suficiente.

Quem implementa nunca recebe a opinião de quem valida; recebe o output do sensor que falhou. É anti-contaminação por desenho: o loop se corrige sozinho até o comando passar, com um teto de tentativas que força escalonamento humano quando o problema é mais fundo do que um ajuste.

Por que isso é método, e não burocracia

Burocracia é processo que não muda o resultado. Aqui o processo É o resultado: o mesmo motor que ajuda o desenvolvedor a escrever também gera a evidência que a liderança usa para decidir. O “pronto” passa a significar a mesma coisa para todos, porque é a mesma checagem mecânica para todos.