Blog · TriageBug
O bug que volta é falha de método, não de sorte
A caça a bug costuma começar no susto e terminar no alívio: alguém mexe, o erro some da tela e todo mundo segue em frente. O problema é que “sumiu da tela” não é “acabou”. Sem um método para reproduzir, isolar e provar a correção, o mesmo bug volta com outra fantasia — e a confiança no sistema escorre junto.
O TriageBug existe para tirar a caça do improviso. Em vez de pular direto para o palpite, ele força um caminho: reproduzir de forma determinística, isolar a causa, corrigir e — o passo que quase todo mundo pula — provar que o comportamento certo agora está garantido por uma verificação que falha se o bug retornar.
Velocidade vem do método, não da pressa
Parece contraintuitivo, mas o atalho do “corrige e reza” é o caminho mais lento: ele empurra o custo para a próxima ocorrência, agora sem contexto. Caçar com método é rápido porque cada bug fechado fecha de verdade — a regressão vira um sensor, não uma esperança.
A voz aqui é direta e operacional, de quem coloca a mão na massa. Mas energia sem direção é só agitação. O diferencial é a triagem: saber o que é urgente, o que é recorrente e o que já tem prova de morte definitiva.
Quando a caça acaba, dá para saber
A pergunta que assombra todo time — “será que acabou?” — deixa de ser sentimento. Acabou quando a verificação que reproduzia o bug passa a falhar caso ele volte. É esse o sinal de fim: objetivo, repetível e independente de quem está de plantão.